Pôr um animal a guiar um homem é fruto de muito trabalho e em Portugal só a Associação Beira Aguieira de Apoio ao Deficiente Visual (ABAADV), em Mortágua, forma cães para auxiliarem invisuais no dia-a-dia, debatendo-se com um problema que, a não ser resolvido, dificultará a missão de pôr animais ao serviço de que a entidade precisa de famílias dispostas a acolher, durante um ano, os futuros cães-guias, período em que o animal aprende a comportar-se em casa e na rua. É entregue aos dois meses, sendo orientado por educadores que dão formação ao cão e aos seus anfitriões.“Sem família de acolhimento não há cães para cegos”, diz Filipa Paiva, directora técnica da ABAADV, salientando que a escola tem cães no canil por não haver quem os socialize. ‘Ciclone’ foi entregue a uma família viseense. O animal, “simpático mas teimoso”, de raça labrador, faz as delícias de Elisabete Ávila e Edgar Lopes, bem como da sua filha Cláudia, de dez anos, que tem um papel “importantíssimo” no seu desenvolvimento. O futuro cão-guia vai com Elisabete ao cabeleireiro, à escola, às compras ou ao café e, na companhia de Cláudia, frequenta aulas de hip hop. No fim do mês irá com a família aos Açores.terça-feira, 17 de março de 2009
Poppy-escola de cães para cegos
Pôr um animal a guiar um homem é fruto de muito trabalho e em Portugal só a Associação Beira Aguieira de Apoio ao Deficiente Visual (ABAADV), em Mortágua, forma cães para auxiliarem invisuais no dia-a-dia, debatendo-se com um problema que, a não ser resolvido, dificultará a missão de pôr animais ao serviço de que a entidade precisa de famílias dispostas a acolher, durante um ano, os futuros cães-guias, período em que o animal aprende a comportar-se em casa e na rua. É entregue aos dois meses, sendo orientado por educadores que dão formação ao cão e aos seus anfitriões.“Sem família de acolhimento não há cães para cegos”, diz Filipa Paiva, directora técnica da ABAADV, salientando que a escola tem cães no canil por não haver quem os socialize. ‘Ciclone’ foi entregue a uma família viseense. O animal, “simpático mas teimoso”, de raça labrador, faz as delícias de Elisabete Ávila e Edgar Lopes, bem como da sua filha Cláudia, de dez anos, que tem um papel “importantíssimo” no seu desenvolvimento. O futuro cão-guia vai com Elisabete ao cabeleireiro, à escola, às compras ou ao café e, na companhia de Cláudia, frequenta aulas de hip hop. No fim do mês irá com a família aos Açores.
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O Estado Português, deveria de dar apoio a estas Instituições, que se preocupam com os problemas que os invisuais passam no seu dia-adia, o cão guia é uma boa solução.
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