Quatro membros da missão das Nações Unidas na região sudanesa do Darfur, a Unamid, ficaram feridos numa emboscada contra os soldados de paz,
a primeira desde que o Tribunal Penal Internacional de Haia emitiu um mandado de captura contra o Presidente sudanês Omar al-Bashir por crimes de guerra e contra a humanidade. A embaixada dos Estados Unidos anunciou que os funcionários considerados não essenciais podem deixar o país.
O ataque ocorreu junto à cidade de Geneina, perto da fronteira com o Chade, e os quatro capacetes azuis regressavam de uma missão de escolta na região. Um dos soldados de paz ficou ferido com gravidade, adiantou a BBC. O porta-voz da missão, Kemal Saiki, disse não haver ainda informações sobre a origem do ataque, “que poderia ter sido mortal”.
A identidade ou nacionalidade dos soldados envolvidos ainda não foi divulgada, mas sabe-se que foram transferidos de emergência para El-Facher, no Norte do Darfur, onde fica o quartel-general da Unamid. “Um dos soldados está gravemente ferido, mas não tememos pela sua vida”, adiantou Saiki à agência AFP.
Em comunicado, a embaixada dos EUA anunciou a evacuação das instalações, numa base voluntária e que abrange o pessoal considerado não essencial e as famílias dos funcionários. “O Departamento de Estado autorizou a partida do pessoal não essencial e das famílias na embaixada dos Estados Unidos em Cartum”, lê-se no comunicado. “Esta medida é uma resposta à expulsão de organizações não governamentais de Cartum”, disse à agência AFP um responsável norte-americano que pediu anonimato.
Na sequência da emissão do mandado de prisão contra Bashir o Governo do Sudão ordenou a expulsão de 13 organizações não governamentais e encerrou três organizações locais. Numa visita ao Darfur, no domingo, Bashir ameaçou expulsar os funcionários estrangeiros que não cumpram “as leis do Sudão”.
O conflito no Darfur, que se prolonga desde 2003, já causou cerca de 300 mil mortos e quase 3 milhões de deslocados. A força internacional composta por soldados da ONU e da União Africana foi prevista para ter 26 mil efectivos mas tem actualmente 15 mil e já foi atacada noutras ocasiões. Uma das mais graves emboscadas, em Julho, causou 7 mortos e 22 feridos.
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1368506&idCanal=11
a primeira desde que o Tribunal Penal Internacional de Haia emitiu um mandado de captura contra o Presidente sudanês Omar al-Bashir por crimes de guerra e contra a humanidade. A embaixada dos Estados Unidos anunciou que os funcionários considerados não essenciais podem deixar o país.O ataque ocorreu junto à cidade de Geneina, perto da fronteira com o Chade, e os quatro capacetes azuis regressavam de uma missão de escolta na região. Um dos soldados de paz ficou ferido com gravidade, adiantou a BBC. O porta-voz da missão, Kemal Saiki, disse não haver ainda informações sobre a origem do ataque, “que poderia ter sido mortal”.
A identidade ou nacionalidade dos soldados envolvidos ainda não foi divulgada, mas sabe-se que foram transferidos de emergência para El-Facher, no Norte do Darfur, onde fica o quartel-general da Unamid. “Um dos soldados está gravemente ferido, mas não tememos pela sua vida”, adiantou Saiki à agência AFP.
Em comunicado, a embaixada dos EUA anunciou a evacuação das instalações, numa base voluntária e que abrange o pessoal considerado não essencial e as famílias dos funcionários. “O Departamento de Estado autorizou a partida do pessoal não essencial e das famílias na embaixada dos Estados Unidos em Cartum”, lê-se no comunicado. “Esta medida é uma resposta à expulsão de organizações não governamentais de Cartum”, disse à agência AFP um responsável norte-americano que pediu anonimato.
Na sequência da emissão do mandado de prisão contra Bashir o Governo do Sudão ordenou a expulsão de 13 organizações não governamentais e encerrou três organizações locais. Numa visita ao Darfur, no domingo, Bashir ameaçou expulsar os funcionários estrangeiros que não cumpram “as leis do Sudão”.
O conflito no Darfur, que se prolonga desde 2003, já causou cerca de 300 mil mortos e quase 3 milhões de deslocados. A força internacional composta por soldados da ONU e da União Africana foi prevista para ter 26 mil efectivos mas tem actualmente 15 mil e já foi atacada noutras ocasiões. Uma das mais graves emboscadas, em Julho, causou 7 mortos e 22 feridos.
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1368506&idCanal=11
Não sei o que comentar,porque no meu ver a ONU quando intrevisse nesses paises deveria impôr regras mais rigidas para evitar ataques surpresa. Para quando tal acontecesse, fosse considerado um acto de guerra contra os paises dos soldados ali representados. E assim poder dar uma resposta porprocinal á força, com que tinha sido atingida.
ResponderEliminar